recomece correio desconstruindo cultuando
11 de outubro de 2017

Aceito ser incômoda.


O Brasil está dividido entre os conservadores que prezam pelos bons costumes e os neo-liberais que defendem a desconstrução de todos os dogmas da sociedade como se fossem a única voz sensata neste país. E é nesse contexto que entra a noção falida de uma intolerância liberal disfarçada de opinião que insiste em ditar a geração conservadora de cristãos como incômoda.

Eles querem extinguir a nossa liberdade de se posicionar contra seus valores nada convencionais. Nos julgam cabeça fechada e somos taxados como pessoas incapazes de produzir algo de grande relevância para o bem comum. Essa gente incômoda são, muitas vezes, subestimados e envergonhados diante da sua educação moral até mesmo pela própria bancada evangélica que leva o nosso nome mas que não representam a grande maioria.

Vamos falar sobre o preconceito. Até onde vai os seus limites e o que os define como de fato um ato de intolerância religiosa em um meio tão deturpado? Eu vi um veículo de informação compartilhar a ideia de que, como não podem exigir que os evangélicos deixem de existir, secretamente desejam que eles sumam por conta própria e que esses do “tipo moreno” ou “brasileiro” são um problema crescente sem solução para a gente de bem do Brasil.

O mesmo artigo dessa revista considera que essa é uma religião que aliena os seus adeptos a serem retrógrados, fascistas, repressores, homofóbicos, machistas, fanáticos e inimigos da democracia sem o mínimo de pudor. É certo que a grande onda dos charlatões e pastores que comercializam a fé cristã manchou a imagem do verdadeiro cristianismo, mas esquecem que ao generalizar estão desmerecendo os maiores projetos sociais e benefícios que o evangelho propõe à comunidade.

Em suma, está nas mãos desses projetos o maior índice de auxílio na recuperação de pessoas afundadas nas drogas, um trabalho intensivo de inclusão e reabilitação de presos nos próprios presídios, isso sem falar que são incontáveis os lares restaurados. Essa geração incômoda são os que mais abrem as portas para o voluntariado em asilos, prestando assistência beneficente a população mais carente e fazendo um bem social enorme sem o objetivo de um possível retorno.

Estão tirando o amor do mundo. E, ironicamente, essa é a era onde mais se ouve falar de respeito, tolerância e empoderamento, quando na verdade estão a favor de uma mentalidade infundada em tendenciar tudo o que é referente à igreja evangélica. Se para ser considerada intelectual e a frente de um mundo desconstruído eu preciso fazer parte de uma classe superiorizada que boicota a liberdade do estilo de vida e pensamento do próximo, então eu aceito ser meramente incômoda. É um verdadeiro cumprimento bíblico para que os assim crêem, “Estes que têm causado alvoroço por todo o mundo chegaram também aqui.” (Atos 17:6) Talvez, de fato, o avesso seja o meu lado certo.

1 de outubro de 2017

Os desafios me ensinaram a crescer.


Uma vez eu ouvi Deus falar comigo. Ele me deu um propósito que nem eu mesmo sabia que tinha. Foi no comecinho de fevereiro de 2016 e eu havia recém completando os meus 18 anos. Por ter atingido a maioridade, eu precisava já estar ingressada na universidade nesse mesmo ano para continuar recebendo o meu benefício.

Quando perdi o meu pai eu não sabia quem eu era e nem quem eu queria ser. Eu estava perdida, me sentia limitada. Passei a minha infância e adolescência acreditando que eu não podia fazer as coisas e, por isso, eu desistia tão fácil. Na escola eu ficava em recuperação o tempo todo. As minhas notas de janeiro à novembro me davam vergonha. No meu nono ano eu fiquei pendente em praticamente todas as matérias do ano inteiro e sabe o que eu fiz? Escolhi reprovar. Por livre e espontânea vontade, simples assim. Eu achava que se eu não havia conseguido antes também não conseguiria dar a volta por cima nos últimos segundos decisivos do ano.

E foi por esse fato que precisei fazer supletivo no final do meu segundo ano do ensino médio. Eu, como costumava ser, estava tão atrasada. Como eu conseguiria fazer uma única prova com todas as matérias e assuntos resumidos dos meus últimos dois anos de ensino médio, fora o conteúdo do terceiro ano no qual eu não havia estudado? Como eu conseguiria dar conta de algo assim se em toda a minha vida até aquele dia não fui capaz de passar direto na escola um anosinho sequer?

Então, com toda a minha energia negativa e completamente desestimulada, com todo aquele sentimento de não poder fazer isso, eu fui lá e fiz. Mas eu estava com tanto medo. No dia anterior Deus havia me dito que eu não precisava me preocupar pois eu iria passar. A única coisa que Ele me pediu foi para que eu desse tudo de mim, o meu melhor nos estudos. Mas eu falhei com Ele.

O bom de confiar em Deus é saber que a glória da segunda casa sempre é melhor que a primeira, não é? Depois da frustração eu me acheguei até Ele e pedi perdão. Lá fui eu, com a minha segunda, grande e decisiva chance estudar tudo de novo para fazer a prova de exatas. Dessa vez mais confiante, mas ainda um pouco receosa por causa do resultado da primeira. Cheguei no local da prova e faltava cerca de meia hora pra começar. Eu estava sozinha, mas não me sentia assim por dentro. A minha mãe havia acabado de dizer que tudo ia ficar bem. O Espírito Santo estava comigo.

Foi quando uma pergunta começou a martelar a minha cabeça.
Por que eu precisei passar por toda essas dores, perdas e frustrações, Pai? São tantas dificuldades, tantas limitações. Tantos pensamentos que me faz achar que sou menos do que o Senhor me diz que eu sou. Por que eu sou assim e não como os outros? Tudo parece tão mais fácil para eles.
Eis que me deparo com sua resposta brotando em meu coração. 
Eu não te criei para ser como os outros. Eu te criei para ser uma mulher cujo sobrenome é SUPERAÇÃO. Esse será o seu testemunho.
Essas palavras ressoavam dentro de mim e chegaram aos meus ouvidos como uma chama ardente da certeza de que Deus estava me chamando para um tempo novo. O tempo de sair do lugar que limitava a minha visão. Eu entrei na sala completamente extasiada e transbordando dEle. Eu não estava mais perdida. Eu sabia quem eu era. Repeti isso comigo mesma e no final, é claro, eu me surpreendi. Tudo realmente deu certo e eu tenho me esforçado a dar tudo de mim até hoje.

Eu aprendi a voar quando vi Ele em mim. E depois que vi, a vida se abriu pra mim.

Os desafios me ensinaram a crescer e ainda me ensinam um pouquinho mais a cada dia. E quando a gente acerta o passo é tão simples, é tão fácil. Então, se tem uma coisa que eu descobri nessa caminhada é que sim, nEle nós podemos tudo porque Ele é simplesmente o Dono de tudo.

E aí, quem é você? Eu posso não te conhecer, mas tenho certeza de que você foi gerado para fazer a diferença nesse mundo. Não seja mais um ao léu e sem propósito entre as 7 bilhões de pessoas. Descubra qual é a sua identidade e busque ser a melhor pessoa que você jamais imaginaria ser um dia. Esta é uma geração chave que prepara o caminho para que Jesus volte.
24 de setembro de 2017

Um amor pelo Fotojornalismo.


Oi, gente.
Como muitos de vocês já sabem, eu comecei a cursar Comunicação Social: Jornalismo há quase dois anos e, desde então, eu tenho mergulhado em um mundo de conhecimento completamente novo e diferente para mim. Foram muitas surpresas, alegrias e decepções também, nunca me imaginei estudando nessa área e confesso que no início eu subestimei bastante esse curso por achar que não era pra mim.

Hoje, já no quarto período, a minha cabeça mudou muito. Acho que a tendência boa costuma ser essa, não é? O jornalismo me abriu para o mundo com olhos que eu não tinha antes, ele me abriu para uma visão ilimitada, e isso aconteceu especialmente nessa minha disciplina de Fotojornalismo no qual estou tendo um contato mais íntimo agora.

Eu me redescobri. Não achei que fosse gostar mais de fotografia como tenho gostado agora. De fato, essa sempre foi uma das minhas grandes paixões. Mas agora é através das minhas lentes e da minha maneira de enxergar o mundo que desejo compartilhar registros reais a partir do meu olhar. E é exatamente isso que eu quero começar a compartilhar aqui no Blog. Anseio por capturar histórias que expressam e possuam algo para contar apenas com uma imagem. O espaço para fotojornalismo será permanente aqui no Desconstruindo Carolina e eu estarei dividindo as minhas experiências e o que eu tenho aprendido com vocês também.

As fotos a seguir foram realizadas no modo manual com uma câmera profissional Nikon D3100 no Mercado do Augusto Franco em uma atividade prática com a minha turma. Todos os direitos reservados dos registros aqui contidos estão sob a minha autoria (© Carolina Morais) e só podem ser reproduzidos com o meu consentimento.

Então chega de papo e vamos conferi-las? As imagens vão falar por si só. Clique em Mais informações aqui embaixo para ver o post completo e deixem um comentário sobre o que vocês acharam. 💜
18 de julho de 2017

Meu primeiro ensaio fotográfico.


Olá, leitores lindos. O post de hoje é muito especial pra mim, pois fiz o meu primeiro ensaio fotográfico e de antemão já havia pensado em como seria bacana compartilhar essa experiência com vocês.

Como vocês devem saber, desde o comecinho do blog eu sempre tive que me virar sozinha com a minha mãe para poder produzir boas fotos para que o conteúdo agradasse a vocês e os fizessem se identificar um pouco com o meu mundinho. E eu nunca as tratei apenas como meras fotos, todas elas foram pensadas com muito carinho para estar em sintonia tanto com a mensagem que eu escrevo quanto com o conteúdo de moda, inspiração e identidade que também proponho a passar para quem acompanha o meu trabalho no Desconstruindo Carolina. Agradeço muito a minha mãe que, apesar de não entender nadinha acerca das configurações da minha câmera semi-profissional (assim como eu que só sei o básico), sempre se dispôs a dar o seu melhor nos seus cliques, e eu confesso que, como sua maior fã, sou perdidamente apaixonada pelo seu olhar mesmo sendo apenas uma iniciante. É muito bom ser modelo fotográfica por um dia e pra mim se torna ainda mais fácil me envolver com a ideia, uma vez que já faço isso constantemente e eu zelo muito pela imagem que desejo passar para o meu público. 

O ensaio foi realizado com a fotógrafa profissional Bárbara Amanda em um lugar único aqui em Aracaju, ele possui uma pegada bem rústica em cada cantinho. A Reciclaria - Casa de Artes tem um gostinho de casa de vó, é uma delícia apreciar a decoração antiga e colorida que dá um charme singular para o espaço. Eu usei dois looks para poder aproveitar bem o lugar: um vestido preto com uma fenda lateral que ficou uma graça e me remeteu às mulheres de época; e um macacão azul que ornou perfeitamente com o ambiente e com a cores das paredes, dos móveis e objetos. O dia estava bastante nublado e ameaçando a chover o tempo inteiro, inclusive tiveram fotos que vocês nem deve perceber mas foram tiradas na chuva, e mesmo com esses contratempos conseguimos extrair muitos cliques durante as duas horinhas que passamos nesse fim de tarde.

Clique em Mais Informações a seguir para conferir todas as fotos do ensaio. 💙 
Eu espero muito que vocês gostem. Xêro!
7 de julho de 2017

Top 10: filmes que valem a pena assistir.

Olá, mores.
Como vão vocês?

Já faz longos meses que eu não apareço com algo novo por aqui e muitos leitores do blog estavam sentindo falta das minhas postagens. Peço desculpas para os que curtem acompanhar o Descontruindo Carolina e se depararam com ele basicamente abandonado aqui. Muita coisa aconteceu desde o último post publicado em agosto de 2016 e eu irei adorar compartilhar com vocês sobre esse nova fase da minha vida nos próximos dias. Fiquem atentos que esse espacinho lindo vai voltar com tudo e eu prometo tentar me empenhar mais para mantê-lo atualizado com conteúdos que vocês se identificam assim como eu.

As férias da minha faculdade chegaram e na maior parte do meu tempo o que mais eu tenho feito é assistir toneladas de filmes que envolvam romance, drama, suspense e um pouquinho de terror. Eu sempre amei me manter ocupada e envolvida nesse universo cinematográfico, é muitas vezes uma maneira de fugir da chata e monótona realidade do nosso dia-a-dia. Gosto de um pouquinho de tudo, principalmente quando se trata de histórias que me fazem refletir sobre o amor e a vida, sobre a família e sobrevivência. Como eu sei que não sou a única que também adora assistir coisas novas, resolvi fazer uma listinha dos melhores filmes que realmente valeram a pena ver, apreciar, rir e até chorar muuuuito.


1. A Casa do Lago

Sinopse: Kate Forster (Sandra Bullock) é uma médica solitária que morava em uma casa à beira de um lago. Hoje esta casa é ocupada por Alex Wyler (Keanu Reeves), um arquiteto frustrado. Kate passa a trocar cartas com Alex, com quem mantém um relacionamento à distância por 2 anos. É quando, ao se descobrirem apaixonados um pelo outro, eles buscam um meio de se encontrar.

Esse romance merece o primeiro lugar. De longe foi o que mais me deixou envolvida com os personagens e me emocionou além da conta. Eu amo ver a Sandra Bullock atuando, ela é uma grande inspiração, e de quebra me apaixonei mais ainda pelo Keanu Reeves.


2. Sob o Sol da Toscana

Sinopse: Frances Mayes (Diane Lane), uma escritora que vive em São Francisco, tem uma vida perfeita até que se divorcia do marido. Com um texto para terminar e deprimida, decide comprar uma chácara na Toscana para descansar e começar uma nova fase em sua vida. Enquanto reforma a casa, conhece um homem que a faz redescobrir seus sentidos.

Assisti esse filme duas vezes e aprendi muita lição boa com ele. É simplesmente apaixonante, principalmente para os que amam viajar e sonham em conhecer outros países. A história me cativou em cada pedacinho e eu me identifiquei bastante com a Frances. Ele é a prova de que seja na ficção ou na vida o fim sempre será melhor que os nossos pequenos ou tristes começos.


3. Enquanto você dormia
Disponível na Netflix

Sinopse: Uma solitária funcionária (Sandra Bullock) do metrô de Chicago tem fantasias sobre um passageiro habitual (Peter Gallagher) que nunca falou com ela. Um dia ele é assaltado e jogado nos trilhos do metrô. Ela o salva, mas ele fica em coma e quando ela vai visitá-lo no hospital acaba sendo confundida como a noiva da vítima. Se a situação se complica por um lado por outro ela passa a ter novamente uma família para cuidar dela, algo que não sentia há muito tempo, e ao mesmo tempo começa a se apaixonar pelo irmão da vítima (Bill Pullman).

O tipo de filme que gente sonhadora como eu guarda no coração e leva para a vida. 💘


4. Já estou com saudades
Disponível na Netflix

Sinopse: Jess (Drew Barrymore) e Milly (Toni Collette) são melhores amigas desde a infância. Enquanto Milly se casou, teve dois filhos e construiu uma carreira de sucesso, Jess decidiu levar uma vida pacata ao lado do marido Jago (Paddy Considine). Após se submeter a um tratamento, Jess enfim consegue engravidar. Mas a notícia vem justamente quando Milly descobre ter câncer de mama e precisa passar por quimioterapia, o que necessitará do apoio não apenas da amiga, mas de toda a família.


5. O Sorriso de Monalisa
Disponível na Netflix

Sinopse: Katharine Watson (Julia Roberts) é uma recém-graduada professora que consegue emprego no conceituado colégio Wellesley para lecionar aulas de História da Arte. Incomodada com o conservadorismo da sociedade e do próprio colégio em que trabalha, Katharine decide lutar contra estas normas e acaba inspirando suas alunas a enfrentarem os desafios da vida. 

Esse elenco me ganhou 100%.


6. O Universo no Olhar

Sinopse: O Dr. Ian Gray (Michael Pitt) é um cientista que pesquisa sobre a íris ocular. Obcecado por descobrir a origem da visão, ele tenta provar que o desenvolvimento do olho humano faz parte da evolução natural, e não precisaria de um "designer inteligente" - ou seja, uma figura divina para criá-lo. Ele trabalha com a ajuda de sua estagiária Karen (Brit Marling) e de Kenny (Steven Yeun). Um dia, ele conhece Sofi (Astrid Berges-Frisbey), e os dois se apaixonam, apesar da diferença de convicções. A aproximação dos dois fará Ian buscar explicações além da ciência para os mistérios que o olho humano pode guardar.

O tipo de filme que surpreende qualquer um. Nunca havia visto nada igual. Bom para quem tem mente aberta e gosta de temáticas diferentes envolvendo um pouco de romance e drama.


7. Across The Universe

Sinopse: Nas letras das canções mais famosas do mundo existe uma história que nunca foi contada. Inusitados encontros proporcionam a Sadie, JoJo, Prudence e aos irmãos Lucy e Max singulares experiências que não aconteceriam se não fosse a iniciativa do jovem estivador Jude (Jim Sturgess) de deixar Liverpool em busca do pai, um ex-soldado que constituiu família nos Estados Unidos. Across the Universe é um musical revolucionário de rock, com amores, diferenças ideológicas, sociais e belíssimas canções que recria, com delicadeza e psicodélica criatividade, a América do turbulento período do fim da década de 60.

Um musical que vale a pena assistir mil vezes sem cansar. A trilha sonora é composta pelas melhores músicas dos Beatles em um cenário incrivelmente revolucionário. É o meu filme queridinho da vida que merece definitivamente ser visto por todo mundo.


8. A Garota no Trem

Sinopse: Rachel (Emily Blunt), uma alcoólatra desempregada e deprimida, sofre pelo seu divórcio recente. Todas as manhãs ela viaja de trem de Ashbury a Londres, fantasiando sobre a vida de um jovem casal que vigia pela janela. Certo dia ela testemunha uma cena chocante e mais tarde descobre que a mulher está desaparecida. Inquieta, Rachel recorre a polícia e se vê completamente envolvida no mistério.


9. Uma Longa Jornada

Sinopse: Aos 91 anos, com a saúde debilitada e sozinho no mundo, Ira Levinson (Alan Alda) sofre um acidente de carro e se vê abandonado em um lugar isolado. Ele luta para manter a consciência e passa a ver sua amada esposa Ruth (Oona Chaplin), que faleceu há nove anos. A poucos quilômetros de distância, a bela Sophia Danko (Britt Robertson) conhece o jovem cowboy Luke (Scott Eastwood), que a apresenta a um mundo de aventuras e riscos. De forma inesperada, os dois casais vão ter suas vidas cruzadas.


10. Histórias Cruzadas
Disponível na Netflix

Sinopse: Jackson, pequena cidade no estado do Mississipi, anos 60. Skeeter (Emma Stone) é uma garota da sociedade que retorna determinada a se tornar escritora. Ela começa a entrevistar as mulheres negras da cidade, que deixaram suas vidas para trabalhar na criação dos filhos da elite branca, da qual a própria Skeeter faz parte. Aibileen Clark (Viola Davis), a emprega da melhor amiga de Skeeter, é a primeira a conceder uma entrevista, o que desagrada a sociedade como um todo. Apesar das críticas, Skeeter e Aibileen continuam trabalhando juntas e, aos poucos, conseguem novas adesões.

E então, o que acharam das indicações? Já assistiu algum filme dessa lista? Comente aqui embaixo a sua opinião sobre isso e se vocês gostaram da volta do blog, adorarei ler e responder cada um. Logo mais farei uma parte 2 desse top 10, pois ainda tem muitos filmes que eu gostaria de compartilhar com vocês. Aguardem mais conteúdos por aqui, estou cheia de ideias para escrever.

Amo vocês, de coração.